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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Mais um guia de pós instalação do Ubuntu 12.04!

Para quem está usando a versão 11.10 pode atualizar automaticamente para a versão 12.04 com o simples comando abaixo, e terá seu sistema atualizado sem perder seus aplicativos. Porém, eu particularmente, prefiro formatar a minha máquina e realizar uma instalação do zero, para evitar possíveis bugs.


O comando para atualização automática é este:
update-manager -d

Legal, mas após instalar o Ubuntu 12.04 na minha máquina, o que devo fazer? Primeiro, apenas depois de terminar a instalação, atualize todos os pacotes imediatamente no sistema: chame a barra de pesquisa do Unity (pressionando o botão “Super”, aquele com o logo do Windows) e escreva, no campo pesquisa, a palavra “terminal” (sem aspas). Clique no ícone do terminal, e digite o comando abaixo:
sudo apt-get update
sudo apt-get dist-upgrade

O segundo passo é atualizar os pacotes de idioma

 

Você sabia que … se você não tiver baixado as atualizações pela rede durante a instalação … você vai acabar acabar com o sistema operacional meio português, meio-Inglês?
Para resolver este problema, clique no botão On / Off (no painel ao lado de seu nome), selecione Configurações do Sistema, e clique em Idioma. Nesse ponto, o próprio sistema irá perguntar se você deseja completar a instalação: selecione Instalar … e está feito! Lembre-se de reiniciar o computador para que as alterações tenham efeito!

 

Atualizar Drivers

 

Meu conselho é verificar imediatamente se há drivers proprietários para seu hardware. Tudo que você precisa fazer é pressionar a combinação de teclas ALT + F2 e escrever:
jockey-gtk
Aguarde a conclusão da pesquisa e, possivelmente, atualize seus drivers.

 

Ativar gravação e suporte ao sistema de arquivos NTFS

 

Talvez você nunca percebeu, mas em um novo sistema, a instalação do suporte de escrita à NTFS (o sistema de arquivos padrão do Windows), geralmente não está habilitada. Um exemplo? Se você executou uma instalação mínima do Ubuntu (com a ISO “alternativa”) não poderá escrever em partições e discos NTFS nativamente. Como corrigir? Instalando o pacote ntfs-3g. Abra um terminal e digite
sudo apt-get install ntfs-3g

 

Instalação dos pacotes restricted extras

 

Este metapacote é imprescindível, pois permite que você instale diversas bibliotecas e utilitários, como extração de arquivos .rar, drivers para certos tipos câmeras e muito mais. Todas as bibliotecas / aplicações / drivers são compilados neste metapacote por causa de questões de redistribuição e de licenciamento (eles podem ser distribuídos e instalados com o sistema operacional). Para instalar, abra um terminal e digite:
sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras

 

Instalando o Java

 

Para instalar o Java no seu Ubuntu, siga este tutorial (Java 7) ou este (Java 6 update 31)

 

Instalando o Flash

 

O Flash para Linux foi descontinuado. Porém, não quer dizer que não exista mais! Abra um terminal e digite:
sudo apt-get install flashplugin-installer
Será instalado a versão 11.2, a última versão com suporte oficial da Adobe.

 

Fluendo

 

Se você não tiver ativado os codecs de terceiros, que são instalados durante a instalação do sistema, é hora de instalar o codec Fluendo (ele é o codec responsável pela reprodução de arquivos .mp3), pois ele não vem com o Ubuntu por motivos de restrições de licença. Vamos ao terminal:
sudo apt-get update
sudo apt-get install gstreamer0.10-fluendo-plugins-mp3*

 

Medibuntu

 

Os repositórios Medibuntu (Multimedia, Entertainment & Distractions In Ubuntu) é um repositório que contém pacotes que não podem ser incluídos na distribuição por razões legais (direitos autorais, licenças, patentes …), mas que são essenciais para um sistema completo de codecs para reprodução dos principais tipos de arquivos de mídia. Para instalar o Medibuntu, acesse este link aqui.

 

FFMpeg

 

Ele é um framework multi-plataforma para codificação/decodificação de conteúdos multimédia. É importante instalar se você for usar o seu sistema para operações de conversão de áudio/vídeo de um formato para outro. Para instalar, vá ao terminal e digite:
 sudo apt-get install ffmpeg

Aplicativos para personalizar seu Unity

Você está feliz com a Unidade? Que bom, eu também, rsrs.. você pode personalizá-lo ainda mais o seu Unity com ferramentas tipo o MyUnity, Ubuntu Tweak, Unsettings e etc. Escolha uma delas e instale no seu Ubuntu 12.04

Aproveito para avisar que esta versão do Ubuntu vem com diversos novos atalhos de teclado (que diga-se de passagem são extremamente úteis). Na sua área de trabalho, pressione a tecla Super e fique segurando, que uma tela será aberta lhe mostrando os atalhos da versão.

 

Alternativas para o Unity

 

Bom, como estamos no mundo Linux, você não é obrigado a usar nada! Se não gostou do Unity, ok, escolha outro gerenciador de janelas pro seu Ubuntu. Se você quer usar o Gnome 3, basta abrir um terminal e digitar:
sudo apt-get install gnome-session gnome-shell
“Eu gostava mesmo era do Gnome 2…”
Não tem problema! A equipe do Gnome liberou o Gnome Fallback: uma interface idêntica a do Gnome 2 que roda no Gnome 3. Para instalar o Gnome Fallback, abra um terminal e digite:
sudo apt-get install gnome-session-fallback
Se você ainda preferir utilizar o KDE ou o LXDE, ao invés de baixar o Ubuntu, baixe o Xubuntu ou o Lubuntu.
Pronto, agora seu Ubuntu 12.04 está prontinho pra você usar e abusar!

4 principais motivos para se usar o Google-Chrome!

Existem muitos navegadores, mas poucos oferecem o mínimo de segurança, facilidade de uso e rapidez. Enfatizamos aqui o Google-Chrome, embora cada um tenha sua opinião. Em minha lista segue em 1 o Chrome, concordando com o post do Ubuntu_BR_SC em  http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7212643851180033378 a quem são os créditos.


A primeira versão beta do Google Chrome foi lançada em 2 de Setembro de 2008, liberada inicialmente apenas para Windows XP e Windows Vista. Lembro que o tornei meu navegador padrão sem pensar duas vezes. Na época era um navegador “crú“, mas já vencia o Firefox e Internet Explorer em velocidade e segurança, perdendo apenas para o Opera no teste Acid3. Seu único problema era a falta de extensões, algo que o Firefox tinha.
Desde então muita coisa mudou: O Chrome suporta extensões, temas e já é um dos navegadores mais usados no mundo! Já não é novidade para ninguém que o Google Chrome já é o navegador mais utilizado no Brasil.

Abaixo você confere 4 principais  motivos para usar o Google Chrome!

 

1. Ele é o Flash dos navegadores

 

Sentiu a velocidade?
Google Chrome é o flash dos navegadores!O Chrome roda cada aba em um processo diferente. Se alguma aba travar, apenas ela será afetada, um gerenciamento bem superior aos concorrentes.
Além disso (não só de abas, como de memória), o Chrome tem o chamado “motor v8” que torna a navegação insanamente rápida. Sério, eu não o chamo de flash dos navegadores a toa.
Apesar das últimas versões do Firefox terem melhorado consideravelmente, ainda não temos um concorrente que supere o Chrome em velocidade.

 

 

2. Ele é mais seguro

 

O Chrome também tem suas falhas de segurança, assim como o Linux tem. Mas se compararmos aos outros navegadores essas falhas são menores. Reza a lenda que o Chrome saiu sem nenhum arranhão da Pwn2Own, competição anual onde hackers reúnem-se com o objetivo de descobrir e usar brechas nos sistemas para invadi-los.

 

3. Pesquisa simplificada

 

Não faz diferença pra você? Para um preguiçoso usuário como eu faz muita. No Google Chrome você não precisa abrir seu site de pesquisa favorito. É só digitar a pesquisa desejada na barra de endereços, dar um enter e pronto, resultados instantâneos. Não só isso, mas você pode fazer uma pesquisa dentro do site atual sem ficar procurando a caixa de busca do mesmo (isso quando tem).
É um recurso simples, que outros navegadores já começaram a utilizar também, mas fez grande diferença pra mim na hora de trocar de navegador.

 

4. Extensões

 

Se no lançamento o Chrome pecava pela falta de extensões, hoje a Chrome Web Store está abarrotada com as mesmas.
O que o faz melhor do o Firefox com suas extensões? Simples. A Chrome Web Store não tem apenas extensões, você encontra também jogos e aplicativos! São tantas opções, com tantas funções diferentes que muitas vezes você vai se pegar não usando aplicativos nativos do seu sistema operacional.
Quer um exemplo? Faz alguns meses que não utilizo Emesene, Pidgin, Thunderbird ou Banshee no Ubuntu. Faço tudo via web, com os aplicativos e extensões da Chrome Web Store. Ouso dizer que passo 99% do meu tempo no computador com o Chrome aberto.
E os jogos? Ao invés de comentar sobre eles, vou deixar uma pequena lista com os 5 melhores jogos para Google Chrome:
  1. Bastion
  2. Cordy
  3. SKiD Racer
  4. Star Legends
  5. Pocket Legends
O melhor disso tudo? Com a nova tecnologia, chamada native client todos esses games podem ser jogados na sua distro Linux favorita!

Bastion, melhor game lançado para Google Chrome
Bastion: Essa belezinha indie roda no Chrome pra Linux


Se isso não for suficiente para você mudar para o Google Chrome (ou para o Chromium), leia essa ótima página criada pelo próprio Google.

Esses não são os únicos motivos para mudar. Ainda podemos citar a sincronização com sua conta Google, a simplicidade entre outras coisas. 

Turbine seu Ubuntu 12.04 !

Depois do lançamento do Ubuntu 12.04Precise Pangolin”, muitos usuários LINUX ou entusiastas correram para fazer seu download, embora já seja uma versão que tenha o necessário para uso comum, você poderá deixa-lo com algumas caracteristicas a mais, claro que existem muito mais opções de programas, plugins e outras facilidades, iremos apresentando mais a frente em outros posts!


 O Ubuntu é hoje a distribuição Linux mais usada no mundo, e com o lançamento da versão 12.04, a Canonical espera um total de 20 milhões de usuários em 2012. A versão 12.04 também marca o começo de uma mudança nas versões LTS, que agora tem suporte desktop de cinco anos ao invés de três como era no passado.


Configure as atualizações e atualize

A primeira coisa que deve ser feita após a instalação do Ubuntu 12.04 ”Precise Pangolin” é configurar as atualizações e instala-las, pois logo depois do lançamento, a Canonical costuma liberar um pacote de atualizações que não coube no CD.
Para isso, clique no ícone de engrenagem no canto superior direito da sua tela e depois na opção “Atualizações disponíveis…” ou “Software atualizado”, como mostrado na imagem abaixo.



Clique na opção "Atualizações" para começar

Com o gerenciador de atualizações aberto, clique na opção configurações que fica logo abaixo. Após clicar, o aplicativo Canais de Software deve se abrir.
Assim que o aplicativo Canais de Software estiver aberto, configure como mostram as duas figuras abaixo:


O que fazer após instalar o Ubuntu 12.04?

Na aba Atualizações, marque todas as opções disponíveis

O que fazer após instalar o Ubuntu 12.04?

Na aba Outros Softwares, ative "Parceiros da Canonical" e "Independentes"
Nota: as configurações acima instalam as atualizações ainda não suportadas ou testadas. Caso você queira instalar apenas softwares testados pelo time de desenvolvimento do Ubuntu, deixe as configurações da aba “Atualizações” como estão.

Com as atualizações devidamente configuradas, aperte a tecla <Super>, digitante “Gerenciador de atualizações“, clicando no software que aparecer.
Clique em “Verificar” e o gerenciador de atualizações do Ubuntu irá atualizar todos os repositórios procurando por atualizações. Quando o processo chegar ao fim, clique em “Instalar atualizações” e aguarde até as atualizações serem instaladas. Como isso pode demorar um pouco dependendo da sua conexão com a internet.

Adicionando o comando excluir no Nautilus

Nautilus é o gerenciador de arquivos padrão do Gnome. Por padrão ele vem apenas com a opção “Mover para a lixeira“, mas para quem não gosta de utilizar comandos de teclado para excluir permanentemente ou ter que ficar limpando a lixeira toda vez que um arquivo é deletado, existe uma configuração bem simples que adiciona um comando “Excluir” ao botão direito do mouse.
Para adiciona-lo, navegue até as configurações do Nautilus (abra uma pasta qualquer, depois vá em Editar -> Preferências) e configure como mostra a imagem abaixo.

Comando excluir no Nautilus do Ubuntu 11.10

Marque a opção "Incluir um comando excluir que não usa a lixeira"
Agora sempre que clicar em “Excluir” com o botão direito do mouse, o arquivo será permanentemente excluído, ao invés de ir para a lixeira.

Configurações gerais e drivers proprietários

Muita gente não sabe, mas o Ubuntu traz uma forma fácil de configurar o sistema com um aplicativo chamado “Configurações do sistema“. Para acessa-lo, basta clicar na engrenagem que aparece no canto superior direito do sistema e depois clicar em “Configurações do sistema“.
Estando lá você pode configurar várias coisas do seu sistema. As configurações que o aplicativo permite são várias, mas podemos destacar a habilidade de configurar a resolução de tela, instalar drivers proprietários, disposição de teclado, entre outras coisas.

Configurações do sistema no Ubuntu 12.04 "Precise Pangolin"

Configurações do sistema no Ubuntu 12.04 "Precise Pangolin"
Dentre todas as configurações possíveis, a mais importante pra mim é as configurações de energia e você provavelmente precisará das configurações de drivers adicionais.
Primeiramente, falando sobre as configurações de energia, não gosto das configurações padrões do Ubuntu. Costumo deixar meu notebook ligado fazendo downloads a noite toda, então fecho a tampa e vou dormir. Mas ao fechar a tampa do notebook o Ubuntu entra em modo de suspensão, e eu prefiro que ele simplesmente não faça nada.

Para obter esse resultado basta configurar como mostrado na imagem abaixo. Lembrando que meu notebook está SEMPRE na tomada, então não estou levando em consideração gastos de bateria aqui.

Configurações de energia no Ubuntu 12.04 "Precise Pangolin"

Fica quietinho quando fechar a tampa, ok?
Outra questão muito importante é a instalação de drivers proprietários para placas de vídeo NVidia ou ATI. Não preciso pois utilizo uma placa integrada da Intel (Intel HD 3000 Sandy Bridge), mas se você utiliza uma placa de vídeo NVidia ou ATI, é altamente recomendado fazer a instalação dos drivers.
A instalação é bastante simples, bastando clicar na opção “Drivers Adicionais“, selecionar o driver que aparecer na lista e clicar em “Activate“. Como não tenho drivers proprietários não posso mostrar uma imagem do processo, mas é realmente muito simples.

Atualize os drivers de vídeo open source no Ubuntu 12.04

 

Os drivers de vídeo do Ubuntu 12.04 para placas de vídeo Intel são ótimos, mas gosto de usar os últimos disponíveis para obter maior performance. O problema aqui é que esses drivers são, geralmente, experimentais e podem transformar seu computador em uma fornalha ou até mesmo destruir seu desktop.


Recomendado para placas de vídeo da Intel, AMD ou Nvidia
Não apenas os da intel, mas se você tiver uma placa de vídeo da ATI ou NVidia e estiver tendo problemas com os drivers proprietários, uma atualização nos drivers livres vem bem a calhar.
Uso-os desde sempre e nunca tive problemas, mas já ouvi muita gente relatando problemas, então realmente, só use se souber o que estiver fazendo. 

Para fazer a instalação, abra o terminal com o atalho <Ctrl + Alt + T> e digite os comandos abaixo:

sudo add-apt-repository ppa:xorg-edgers/ppa && sudo apt-get update && sudo apt-get dist-upgrade -y

E se tiver uma GPU intel da série Sandy Bridge ou Ivy Bridge, também pode colocar os comandos abaixo:
 
sudo add-apt-repository ppa:sarvatt/intel-sna && sudo apt-get update && sudo apt-get dist-upgrade -y
 
Lembrando que não me responsabilizo por computadores pegando fogo.

Adicionar os repositórios do GetDeb no Ubuntu 12.04

GetDeb é um repositório não oficial com o objetivo de trazer sempre as últimas versões dos softwares opensource para seu Ubuntu. Além de manter atualizados todos os softwares que vem por padrão nos repositórios do Ubuntu, ele ainda traz uma vasta gama de softwares e jogos não presentes nos repositórios oficiais.
Para fazer a instalação acesse a página do GetDeb.net, clique em “Click here to learn how to install applications from GetDeb” e faça o download do arquivo .deb.
Quando o download estiver completo, dê um duplo clique no arquivo baixado e clique em “Instalar” quando a Central de Programas do Ubuntu aparecer. Agora é só aproveitar os softwares disponíveis no repositório.

Instalar o suporte a zRam no Ubuntu 12.04

 Resumidamente, para máquinas com pouca memória RAM ou que lidam com virtualização de sistemas, o zRam é um ótimo substituto a memória SWAP.
Para fazer a instalação, copie e cole os comandos abaixo no terminal:

sudo add-apt-repository ppa:shnatsel/zram && sudo apt-get update && sudo apt-get install zramswap-enabler -y
 
Melhore a performance do Ubuntu com zRam

Instalar o Google Chrome no Ubuntu 12.04

 Ele é rápido, seguro, simples e tem o poder da Chrome Web Store ao seu lado. Sem contar que ele é uma plataforma de jogos (:
A instalação do navegador no Ubuntu 12.04 é bem simples, bastando fazer o download do .deb do software, dar dois cliques no mesmo e instalar.
Para baixa-lo, acesse a página do Google Chrome e selecione a versão que quiser fazer download. Particularmente, costumo usar a versão de desenvolvimento (que é bastante estável na verdade), mas você pode fazer download da versão estável na mesma página.


crédito: Ubuntu-BR-SC

sábado, 16 de junho de 2012

Escolha uma distribuição LINUX, baixe na internet, grave numa mídia e instale no seu HD...

Qual a melhor distribuição de Linux?

Não tenho a menor dúvida de que esta é a pergunta mais frequente na absoluta maioria dos fóruns e listas de discussão sobre Linux do mundo.
Ela pode vir de várias formas. Pode ser genérica ou específica, aberta ou qualificada. O usuário estreante que quer instalar o Linux em seu computador de casa pergunta qual a melhor entre as distribuições que ele viu na banca de jornal. O administrador de sistemas acostumado a outras arquiteturas quer saber qual a melhor distribuição para seu servidor. O usuário que não conseguiu fazer funcionar seu hardware quer saber qual a melhor para funcionar com Winmodems e outros periféricos de projeto exótico. E todos continuam perguntando: qual a melhor distribuição?

Ao contrário de outras perguntas frequentes, esta é uma que costuma ser sempre respondida. Isto porque a maior parte das distribuições possui verdadeiros fã-clubes, com usuários que recorrem a argumentos inflamados para tentar demonstrar mais uma vez, e definitivamente, que a sua distribuição de Linux preferida é a melhor de todas, incontestavelmente a única escolha sensata para instalação, não importando se é para rodar o Oracle em um servidor de 4 processadores, um programa de ensino à distância no Pentium 133 de uma escola ou os ambientes de trabalho da área de marketing de uma multinacional.
Entretanto, como as respostas dos vários fã-clubes se entrechocam, o usuário que fez a pergunta corre o risco de terminar com mais dúvidas do que tinha quando começou. Se a instalação é em um servidor, aparecem três bons argumentos para uso do Debian, mais três para o Red Hat, mais 3 para o Slackware, outros tantos para o SUSE, alguém dirá que o ideal é criar
sua própria distribuição e outros responderão aos demais explicando por que eles não devem usar Debian, Red Hat, Slackware nem SUSE.


Ato contínuo, todos passarão a discutir entre si, buscando argumentos complexos sobre sistemas de gerenciamento de pacotes, dependências, quem é mais antigo, quem é mais livre, quem deu origem a quem e até sobre a vida pessoal dos mantenedores de cada uma das distribuições. Quem ainda não assistiu a este debate em uma lista de discussão?
A questão é antiga, e provavelmente insolúvel. Enquanto tivermos múltiplas distribuições, teremos seus fã-clubes e também os usuários querendo saber qual a melhor. Não há como evitar. Entretanto, os usuários experientes tendem a se importar com a desorientação causada nos novatos por este tipo de confusão, e procuram oferecer conselhos comuns, cheios de bom-senso e relativamente neutros. Sugerem consultar os websites das distribuições, consultar usuários da sua região (se você vai querer recorrer a eles para obter suporte, é bom usar a distribuição que eles conhecem), ou até mesmo experimentar mais de uma até encontrar a que mais se adapta a você.
Mas será que esta é a melhor resposta? Provavelmente sim, se tivermos que dar uma resposta curta. Entretanto, havendo tempo e espaço para elaborar, pode-se dar respostas mais completas, sem indicar alguma distribuição específica – já que em geral não se pode indicar uma distribuição específica sem conhecer exatamente as necessidades e as capacidades do interessado.
Já vi muitas tentativas de resposta a esta pergunta, baseadas nos mais diversos argumentos: uma seria a melhor por ser a mais antiga, outra por ter o maior número de pacotes, outra por dispensar instalação, outra por ser usada pelo próprio Linus Torvalds, outra por ser “a mais parecida com o Unix de verdade” (seja lá o que isso queira dizer), outra por ter um sistema de empacotamento superior, outra por não ter gerenciamento de dependências automático, outra por ser a mais livre, outra por ter o ciclo de atualizações mais longo, outra por oferecer mais documentação…


Como se vê, os critérios são múltiplos, e até mesmo conflitantes: os fãs de uma distribuição acham que a sua é a melhor por oferecer o maior reconhecimento automático de hardware, e os de outra acham que a sua é a melhor de todas porque não tem reconhecimento automático nenhum, deixando tudo nas mãos do administrador do sistema.
Há algumas classificações folclóricas também. Dizem que a distribuição X seria melhor para desktop, outra é a rainha dos servidores, a terceira suporta mais hardware… Embora várias delas tenham méritos em áreas específicas, também não é possível afirmar de maneira genérica que alguma delas seja a líder isolada e incontestável nestas categorias.
Mas estou no meu oitavo ano de participação em listas e fóruns de Linux, e já tive minha quota de entrar nesta discussão infinita. Com o tempo, fui desenvolvendo uma resposta padronizada (e que não menciona nenhuma distribuição específica) para oferecer a quem me pede ajuda para selecionar uma distribuição, e agora vou compartilhá-la com vocês. Use, adapte, copie, modifique, ou simplesmente ignore e continue fazendo tudo como você já fazia. Software livre é assim ;-)

Escolhendo uma distribuição para computadores ou laptops antigos

Há uma grande variedade de distribuições, e entre elas há algumas que possibilitam melhor desempenho em micros mais antigos, com pouca memória ou recursos limitados.
Nosso artigo 10 distribuições Linux para PCs antigos leva a um artigo em espanhol que apresenta 10 destas distribuições ‘light’, incluindo algumas mais conhecidas, como o Puppy, Slax e Xubuntu, e outras menos comuns. Algumas rodam até mesmo naquele velho 486 com 16MB de RAM.


Já as histórias de ‘ressuscitação de notebooks’ usualmente descrevem roteiros detalhados para instalar o Linux e drivers em um modelo específico de laptop. Este artigo é mais genérico. Como você faz para dar utilidade a um antigo notebook? Que passos estão envolvidos? Que distribuições de Linux vão funcionar? Leia as respostas em Usando o Linux para dar sobrevida a um notebook antigo.

Um critério para escolher a sua distribuição

 

Não é possível responder de forma ampla qual é a melhor distribuição de Linux – a melhor sempre será a que atender mais perfeitamente às suas necessidades. A resposta depende do que você pretende fazer com o sistema, da sua capacidade e interesse de administrar o sistema, e até mesmo de sua atitude em relação a algumas questões políticas e filosóficas.
A maior parte das distribuições de Linux consegue disponibilizar o mesmo conjunto de serviços, embora às vezes de maneiras bem diferentes. Algumas já vêm com todos os aplicativos e serviços incluídos nos CDs de instalação, outras exigem downloads e instalações adicionais. Algumas se distinguem por uma ênfase em aspectos específicos do sistema, como a facilidade de configuração, a quantidade de aplicativos, a segurança, a personalização e vários outros.
No site LWN.net você pode encontrar uma lista atualizada e dividida em categorias das distribuições de Linux, das mais conhecidas às mais obscuras. Já no LinuxISO.org você encontra links para download de imagens de CD da maior parte delas. E já que são tantas as opções, como escolher uma? O primeiro passo é saber o que recomendam as pessoas a quem você pretende pedir ajuda na hora das dificuldades. Sejam os colegas, ou um grupo de usuários, ou até mesmo um website ou revista, tente descobrir o que eles usam – se a distribuição indicada satisfizer os seus requisitos, poder contar com o suporte deles pode ser interessante.
Em seguida, faça uma lista de perguntas sobre os diversos aspectos que podem ser do seu interesse na hora de selecionar uma distribuição. É claro que eles variam de acordo com seu objetivo: selecionar uma distribuição “para ver qual é a cara desse tal de Linux” no seu micro pessoal é bem diferente do que escolher onde rodar o banco de dados do CRM de uma empresa com 1000 funcionários. Algumas perguntas que você deve tentar responder com a ajuda dos websites das distribuições, das revistas especializadas, da comunidade Linux e (por que não?) com uma mãozinha do Google são:

– Esta distribuição suporta todo o meu hardware?

- Ela inclui os pacotes de software de que necessito?

- O processo de instalação e configuração está de acordo com minhas aptidões?

- Ela tem documentação e treinamento em um idioma que eu entendo?


- O suporte prestado (gratuito ou pago) atende minhas necessidades?


- Há uma comunidade de usuários da qual eu possa participar?


- Ela lança atualizações de segurança quando necessário?


- Ela continuará sendo atualizada?


- Ela é livre? É grátis? O preço é aceitável?

 
Sob um conjunto de critérios objetivos, todas as distribuições podem competir em pé de igualdade, e você pode selecionar a que pontuar melhor nos critérios que fizerem mais sentido para a sua situação específica. Procure as informações, conte os pontos e faça sua escolha!

 

Mas é errado preferir uma distribuição?

 

Claro que não, todos fazem suas escolhas. Eu mesmo tenho as minhas favoritas, embora não ache que elas sejam as melhores de todas. Conheço pessoas que tentam instalar todas as distribuições possíveis e não se fixam em nenhuma, e outras que são ferrenhas defensoras de alguma distribuição específica.
Mas na próxima vez que alguém lhe perguntar qual a melhor distribuição, pare para pensar: ao invés de simplesmente dizer que a sua preferida é a melhor, que tal ajudar a pessoa a fazer sua própria escolha? Ensinando a pescar, ao invés de simplesmente dar o peixe que estava mais à mão, talvez você preste um serviço de mais valor a quem perguntou – e ao Linux.

 

Obtendo sua cópia via download na Internet


Embora provavelmente a forma mais fácil de obter o Linux seja através dos CDs distribuídos como brinde em diversas revistas nacionais (escolha sempre uma versão recente!), o jeito mais fácil de obter sua cópia sem desembolsar nada a mais é através do download de imagens ISO, que são arquivos (geralmente por volta de 650MB cada um) trazendo o conteúdo completo de um CD-ROM, prontos para serem gravados em um CD, permitindo assim que você obtenha cópias idênticas de um CD original. Algumas distribuições (como o Knoppix e o Kurumin) são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador – uma boa forma de ter seu primeiro contato.
Como o Linux é um software livre, a maior parte dos produtores disponibiliza imagens ISO contendo exatamente o mesmo conteúdo dos CDs vendidos em lojas ou na Internet, e você pode fazer o que quiser com elas – até mesmo gravar em CDs para revendê-las (e se você quiser comprar CDs deste tipo, lojas virtuais como a Tempo Real e a LinuxMall estão à disposição). Quando se trata de Linux, este tipo de cópia e revenda não é irregular nem anti-ético, pois é da essência do software livre.
Você pode procurar suas imagens ISO no site de sua distribuição preferida – às vezes será necessário fazer o download de mais do que uma imagem, e em outros casos o download da primeira imagem é obrigatório, e o das outras é opcional. Raras são as distribuições que não disponibilizam imagens ISO de instalação.
 
Se preferir, procure no site linuxiso.org, cuja especialidade é apontar links para imagens ISO dos CDs das distribuições de Linux do mundo todo.
Como se trata de um download grande (uma distribuição em 3 CDs corresponde a quase 2GB de dados), certifique-se de ter espaço suficiente no seu HD, e utilize um bom gerenciador de download. Eu uso o wget, mas você pode escolher o que mais se adequar ao seu estilo.

 

Recebendo CDs de Linux gratuitamente pelo correio


A distribuição Ubuntu mantém o projeto ShipIt,
que envia gratuitamente pelo correio CDs da versão corrente do Ubuntu a quem solicita via Internet.
Para solicitar os seus, é necessário antes criar uma conta (também gratuita) no serviço Lauchpad, e depois fazer login no ShipIt. Existe um FAQ com detalhes sobre o conteúdo dos CDs e a entrega.
Qualquer pessoa pode solicitar o envio de CDs gratuitos do Ubuntu, mas como eles são enviados do exterior e (segundo a FAQ) não têm declaração de valor, eventualmente a Receita (federal ou estadual) cobra, possivelmente pelo valor estimado – principalmente nos casos em que a encomenda é de uma grande quantidade de CDs. O FAQ do Ubuntu tem algumas informações úteis (procure pelo título “Will I have to pay taxes/duties?”) para quem tem dúvidas sobre o assunto ou recebeu o aviso de cobrança da Receita. Há até um exemplo de carta para enviar às autoridades responsáveis para explicar a situação e solicitar a isenção, além de outras dicas. Veja mais detalhes sobre o que fazer quando a Receita cobra impostos sobre os CDs gratuitos do Ubuntu?

 

Live CDs: Linux sem instalação

 

Algumas distribuições são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador – uma boa forma de ter seu primeiro contato. É fácil encontrá-los encartados em revistas de informática nas bancas de jornal, mas você também pode fazer o download e gravar seu próprio CD. Depois, basta certificar-se de que seu micro aceita inicializar pelo drive de CD (a maior parte dos micros produzidos nos últimos 5 anos aceita, mas às vezes é necessário alterar uma opção na BIOS – se tiver dúvida, consulte aquele seu primo técnico!), inserir o CD no drive e ligar o computador.
Veja abaixo alguns exemplos de Live CDs. Há muitos outros, e não é difícil encontrá-los.
Se precisar de dicas sobre como fazer o download, leia o capítulo anterior deste guia.

 

Gravando o CD

 

Se você tem um gravador de CD funcionando em Linux, queimar um CD com esta imagem ISO pode ser bastante simples, bastando usar os utilitários incluídos na própria distribuição (sugiro o excelente k3b).
Mas muitos usuários interessados em um primeiro contato com o Linux só podem gravar CDs a partir do Windows. Para estes, também há soluções – a maior parte dos programas de gravação de CDs incluem funções para gravar a partir de arquivos de imagem. Abaixo há 2 procedimentos (para o Nero e o Easy CD Creator) como exemplo, mas note que eu nunca testei nenhum deles – nem disponho de uma máquina Windows para experimentar. Estas dicas de gravação foram obtidas na documentação do Mandrake Linux.
Para gravar um CD de imagem ISO no Nero Burning Rom, vá em File/Burn Image. No diálogo, clique no “Image files (*.nrg)” e selecione “All files (*.*)”. Selecione a sua imagem ISO e confirme. No diálogo seguinte, verifique: tipo da imagem: Data mode 1. Block size: 2048. Image header: 0. Image trailer: 0. Clique em Ok, e certifique-se de que no próximo diálogo as opções “write” e “finalize” estejam ativas.
Para gravar no Easy CD Creator, vá em File / Create CD from disc image. No campo “Files of type”, selecione “ISO image files”. Agora é só selecionar seu arquivo, e ele fará o resto por você.
Usuários experientes de Linux podem querer ver o conteúdo da imagem ISO sem ter que queimar um CD. A mesma técnica pode ser utilizada para instalações via HD ou via rede, se a distribuição de Linux suportar. O comando para montar sua imagem ISO como se fosse um CD é: mount -o loop,unhide -t iso9660 -r nome-da-imagem.iso /mnt/iso
Nota: o diretório /mnt/iso tem que ter sido criado previamente.

 

Conclusão

Procurei demonstrar que gravar sua própria cópia de Linux não é uma tarefa difícil, e está ao alcance de todos. Se você não tem acesso a uma conexão rápida com a Internet ou a um gravador de CD, pode optar pelas empresas citadas, que vendem cópias baratas a partir de arquivos obtidos na Internet. E se você grava seus próprios CDs, não esqueça de doá-los após o uso, ajudando a tornar o Linux mais acessível!
(c) 2005 Augusto Campos (brain@br-linux.org). É dada permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos da Licença de Documentação Livre GNU, Versão 1.2 ou qualquer versão posterior publicada pela Free Software Foundation, sem seções invariantes.

créditos: http://br-linux.org/download/

Escolhendo uma Distro LINUX para seu desktop

A flexibilidade é um dos pontos fortes do Linux, mas o imenso número de distribuições disponíveis pode complicar a escolha. Siga nossos passos e descubra qual a ideal para você
  

Com todos os bons motivos para usar o Linux atualmente - especialmente em uma empresa - geralmente é fácil decidir abandonar o Windows. O que é difícil, entretanto, é decidir qual distribuição (nome dado às “versões” do sistema operacional) Linux é a mais adequada para você ou para sua empresa. 
A julgar pelos números de popularidade rastreados tanto pelo site Distriwatch como por um estudo recente da LinuxTrends, o Ubuntu é claramente a “distro” mais popular. Não há como negar que o Ubuntu tem muitos benefícios para os usuários, mas ao mesmo tempo há muitas outras possibilidades, cada qual adicionando seu “tempero” próprio ao Linux.
Qual distribuição é a melhor para você? A resposta depende de vários fatores


Habilidade

Se você nunca usou o Linux antes, é melhor ficar com uma distribuição mais adequada aos usuários iniciantes. Esta é uma das principais características do Ubuntu, mas o Fedora, Linux Mint e o openSUSE também podem ser boas escolhas. Eu recomendaria o Ubuntu ou Fedora para um novo usuário.
Fique longe de versões alpha, beta e release candidate (RC) do software, já que elas podem ser instáveis. Por outro lado, se você se considera um usuário avançado  pode preferir distribuições como o Gentoo, Debian, Arch Linux e Slackware. Ou quem sabe fazer sua própria distribuição do zero com o Linux from Scratch!

Foco

Se seu trabalho (ou o de sua empresa) é focado em uma área específica, vale a pena dar uma olhada nas muitas versões “de nicho” do Ubuntu, como a EduBuntu (para educação) e UbuntuStudio (para músicos, artistas gráficos e produtores de vídeo).

Suporte

Cada distribuição tem sua própria comunidade online, que é geralmente o melhor lugar para conseguir ajuda gratuita quando problemas surgem. Antes de escolher uma distro, pode ser uma boa idéia “dar uma olhada” em sua comunidade visitando os fóruns onde os usuários se reúnem. Alguns são mais amigáveis do que os outros.
Se você não se sente confortável com o suporte oferecido pela comunidade, pode optar por uma versão comercial do Linux com suporte técnico oferecido pelo desenvolvedor ou revendedor. O Red Hat Enterprise Linux e o SUSE Linux Enterprise Desktop (antigamente conhecido como Novell Linux Desktop) geralmente estão entre as melhores escolhas entre as distribuições Linux para o segmento corporativo.

Hardware

Uma das muitas virtudes do Linux é que ele pode rodar muito bem em hardware mais antigo, então não é necessário ter um computador poderoso para conseguir desempenho satisfatório. Se seu hardware é antigo, uma distribuição como o Puppy Linux é uma boa escolha. Para desktops com recursos (como RAM e espaço em disco) limitados distribuições como o Xubuntu e o Debian XFCE Edition podem ser úteis. E para os netbooks há inúmeras opções, como o Ubuntu Netbook Remix, EasyPeasy ou o Jolicloud.
Em máquinas mais modernas, seus periféricos podem influenciar a escolha da distribuição. Se você depende de um leitor de cartões de memória, modem 3G ou impressora multifuncional no dia-a-dia, por exemplo, é melhor verificar sua compatibilidade com a distribuição que pretende usar antes de migrar. Entre as distribuições atualmente no mercado, o Ubuntu é provavelmente a que tem a melhor compatibilidade de hardware.

Software

Se há algum programa que é indispensável para o seu dia-a-dia ou de sua empresa, planeje-se para não ser pego de surpresa sem ele. Primeiro, verifique se há uma versão Linux, seja do fornecedor original ou equivalente Open Source. Se for um software proprietário, certifique-se de que é possível rodá-lo na distribuição que escolheu: apesar de oferecer uma versão “Linux”, muitas empresas “empacotam” seus programas para uma distribuição específica, e não garantem seu funcionamento em outras versões do sistema.

Ainda indeciso?

Se você ainda não conseguiu decidir qual distro usar, há vários “testes” online para guiá-lo em sua escolha. Os melhores que já vi são o Linux Distribution Chooser da zegenie Studios e o Distro Chooser do site polishlinux.org.
Seja qual for  distribuição escolhida, é uma boa idéia experimentá-la antes usando um LiveCD ou LiveUSB. Assim você pode se decidir se o sistema é realmente adequado para você antes de instalá-lo em sua máquina. Se preferir, pode ser uma boa idéia começar a usar o sistema em regime de “dual boot”, assim o Windows estará sempre por perto se você eventualmente precisar. Também recomendo uma referência impressa. Para os usuários do Ubuntu, por exemplo, o livro “The Official Ubuntu Book” é uma boa opção.
E lembre-se de que a principal característica do Linux é a liberdade de escolha. Se a primeira distribuição que você escolheu não parecer a certa, há muitas outras para experimentar e isso não vai lhe custar um centavo. Tente fazer isso com software proprietário!

Créditos:  http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/08/31/como-escolher-uma-distribuicao-linux-para-o-desktop/

Principais Razões para usar LINUX

Estável e seguro, facilidade de uso, compatibilidade, requisitos mínimos de hardware, flexibilidade... Com tantas opções.

Liberdade: 

você tem a liberdade de escolher, dentre muitos distribuições que tem um custo mínimo, ou mesmo completamente grátis, sem cobrança de licenças ou medo de violar patentes ou pirataria, porque o Linux está sob proteção da licença GNU GPL. 
Estabilidade:

 O Linux tem uma performance de alto nível, com pouca probabilidade de bloquear o sistema. Os problemas normalmente só ocorrem por problema de hardware e não do sistema operacional. 

Segurança:

 Não existe qualquer outro sistema com o nível de segurança do Linux. As poucas vulnerabilidades não afetam o sistema Linux da mesma forma que afetam o Windows justamente porque a arquitetura dos sistemas e a concepção é totalmente diferente e qualquer problema é resolvido rapidamente. 
Eficiência em Redes:

 Uma das características mais comentadas do Linux é a eficiência quando se trata de redes. Linux, além de confiável, suporta quase todos os tipos de protocolos como TCP/IP, ISPX/SPX, ISDN, PPP, SLIP, PLIP, Apple Talk Protocol Suite, etc. 
Fácil Instalação:

 Hoje as instalações de Linux, das distribuições mais populares e avaliadas, tem muitas facilidades para instalação com procedimentos que dão controle sobre o que você quer instalar no seu computador. 
Flexibilidade:

 Seguindo a facilidade da instalação, no Linux você tem a flexibilidade de customizar no seu sistema somente com o que realmente te interessa e o que realmente você vai usar. 

Atualizações gratuitas:

 A grande quantidade de atualizações, pacotes e repositórios (mirrors) e sites especializados para que se sistema sempre esteja bem atualizado. 
HardDisk: 

 sim, o Linux é um sistema que otimiza ao máximo o uso do seu HardDisk, não esquecendo de um bit sequer. 

Suporte Técnico:

 Para os que dizem que a deficiência do Linux é o suporte, esquecem que há milhares senão milhões de técnicos, usuários ou curiosos dispostos a ajudar na solução de qualquer problema (via fóruns e listas). 

Escolha dos Gigantes:

 A popularidade e o poder do Linux pode ser estimado pela conquista de grandes empresas como IBM, HP, Cisco, Shell e pela enorme quantidade de Governos que estão usando, migrando ou testando Linux em seus sistemas e plataformas. 

+ 5 Ótimos motivos para usar LINUX !!

1 Linux tem muitos aplicativos disponíveis.

Tem muitos aplicativos disponíveis no Linux que estão prontos para usar após a instalação do sistema, fora a opção de rodar o Linux via um Live CD mesmo sem instalar. Temos aplicativos de ótima qualidade., alguns aplicativos do Linux são muitos superiores aos aplicativos disponíveis no Windows ou no Mac, com por exemplo comparar o BROffice com o Microsoft WordPad, o BROffice é um suite de aplicativos completo para escritório.

2 Linux é mais seguro

Usuários do Linux não se preocupam com vírus, apesar de existir inúmeros estudos que demonstram vírus em Linux, eu nunca vi. O Linux é amado por hackers, quando uma falha é descoberta logo a correção está disponíveis. Além disto o próprio sistema Linux que tem sua arquitetura multi-usuários, inibe muito os estragos realizados pelo usuário.

3 Com Linux você tem opções

Você não fica preso a lançamento de um único fornecedor. Há sempre uma opção para algum produto, quem não gosta de Gnome ? Tudo bem tem o KDE. O que eu estou dizendo é que caso você se canse da interface do Linux, tudo bem ! Tem muitas opções disponíveis. Claro não só com a interface tem opções, temos muitos editores de texto, gerenciador de arquivos, quase tudo tem um opção, inclusive o kernel. 

4 Linux é ótimo para programar.

Diferente do Windows o Linux já vem com um conjunto básico de compiladores, como por exemplo o GCC. Linux é uma ótima opção para quem quer programar, você poderá programar em php, java, ruby, perl, python e muitas outras linguagens, algumas distribuições Linux já disponibilizam estes ambiente por padrão.

5 Linux é grátis

A economia não se resume ao sistemas operacional, o Linux tem muitos aplicativos que são grátis e principalmente de boa qualidade. Se considerar o preço do Windows Vista Home mais um office 2007 home, teríamos um conta de mais ou menos R$ 700,00. Com Linux que já vem com BROffice não teríamos este custo.
O que todo mundo sabe, é que o grande números de usuários do Windows, nem sabe se seu sistema operacional é pirata ou não, mas para uma empresa que tem 100 computadores, uma economia de R$ 70.000,00 no orçamento de TI é ótimo, vamos combinar. Lembrando que quem utiliza Linux, hoje colhe muitos frutos.


Mas porque o Linux é melhor?

No site Why Linux is Better (disponível em diversos idiomas) é listado vários motivos para você acreditar que o Linux é melhor! Porém como dito pelos autores:


[...] as pessoas não vão mudar para o Linux só porque ele é livre ou porque é de graça, mas principalmente porque vêem funções novas e originais que não existem no Windows. Então, aqui estão algumas razões do Linux ser excelente!

Sendo assim, dentre esses motivos listei 4 que considero imprescindíveis para que você possa saber definitivamente o que faz o sistema Linux se popularizar cada vez mais:

Esqueça os drivers...







Os sistemas Linux não precisam de drivers adicionais (salvo algumas exceções - como na imagem acima). Todos os drivers já estão incluídos no kernel do Linux, o núcleo do sistema, e já vem instalado no Linux. Isto é, plugou um novo periférico, você não precisará instalar drivers para o Sistema Operacional reconhecer-lo!

 Precisa de programas novos? Não se preocupe!


Os Sistemas Linux tem um Gerenciador de Pacotes, ou seja, se você precisar de um programa novo, apenas informe o que está procurando, escolha qual programa quer instalar e pronto!! Todos organizados em categorias!

Então você não precisa mais navegar em sites de terceiros à procura de novos programas. E o mais importante: não precisa, definitivamente, testar seu novo programa (as famosas versões betas). Ele já está pronto 
para uso!

Quantas vezes já desfragmentou seu HD hoje?





A fragmentação ocorre quando arquivos do disco rígido são constantemente modificados, fazendo com que eles sejam armazenados "em pedaços" (fragmentos), fazendo com que a leitura e gravação dos mesmos seja muito mais lenta do que se ele estivesse armazenado em um único "pedaço".
Fonte: Baboo

Quem nunca fragmentou seu Windows, não sabe o problemão que enfrentou! O Sistema de arquivos NTFS possui um taxa de fragmentação muita alta, acarretando desconfortos muito grandes na busca de seus arquivos! Já os sistemas de arquivos do Linux (Ext3, Ext4, e outros) reduzem essa taxa de fragmentação para mínima! É por isso que muitos dizem que o Linux não precisa de desfragmentação de disco!

Deixe seu computador velho ter uma segunda vida







Outros sistemas operacionais exigem cada vez mais poder de processamento. Então, se quiser continuar usando sistemas como o Windows, você precisa comprar um computador novo constantemente.

Sabe-se que muitas pessoas precisam de um computador rápido e com alto poder de processamento, mas para a maioria dos usuários, que apenas navegam na internet, escrevem arquivos de texto e fazem slides; qual a razão de comprar um computador novo a cada 2, 3 ou 4 anos?